Home Futebol Facincani elege camisa 10 superestimado no Brasileirão: “Coadjuvante”

Facincani elege camisa 10 superestimado no Brasileirão: “Coadjuvante”

Jornalista acredita que jogador multicampeão dentro do futebol nacional nunca assumiu, de fato, um grande protagonismo

Bruno Romão
Bruno Romão atua, como redator do Torcedores.com, na cobertura esportiva desde 2016. Com enfoque em futebol brasileiro, futebol internacional e mídia esportiva, acumula experiência em eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas. Possui diploma de bacharelado em Jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba.
Facincani, em entrevista ao canal Boppismo (Reprodução)

Facincani, em entrevista ao canal Boppismo (Reprodução)

Felippe Facincani não ficou em cima do muro ao sinalizar quais jogadores são superestimados no Brasil. Inicialmente, o comunicador trouxe uma visão sincera envolvendo Everton Ribeiro. Embora o meia tenha um currículo repleto de títulos, em especial no Flamengo, o meio-campista, atualmente no Bahia, não é visto como um dos protagonistas da histórica geração de 2019 do Rubro-Negro.

“Superestimado? Tem um monte. Um cara que ganhou muitos títulos, é super vencedor, mas eu acho que ele sempre foi muito coadjuvante e não o protagonista. Everton Ribeiro.”, disse Facincani, em entrevista ao canal Boppismo.

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“É bom jogador. Mas, para mim, Arrascaeta, Bruno Henrique e Gabigol que fizeram acontecer naquele Flamengo. Naquele Cruzeiro de 2013 e 2014, ele pode ter sido o cérebro do time. Mas, se não fosse o Ricardo Goulart… aquele Cruzeiro não era um time de estrelas individuais, era bem operário.”, acrescentou.

Facincani avalia Diego Ribas como superestimado

Além de Everton Ribeiro, outro ex-jogador do Flamengo foi incluído no grupo de superestimados. Dono de um currículo de respeito na Europa, Diego Ribas, na visão do jornalista, não atingiu o potencial atrelado ao início no Santos.

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“Da mesma forma, na mesma geração do Flamengo, o Diego Ribas é superestimado. Quando ele se machuca contra o Emelec, o Arrascaeta ganha a posição de titular absoluto. A partir dali, a dinâmica do Flamengo mudou. É um mal jogador? Não. Mas eu sempre achei que ele teve mais nome que o brilho que se ansiava na época do Santos.”, prosseguiu.

Vacilo de Guerrero?

Protagonista de um dos gols mais importantes da história do Corinthians, Guerrero também recebeu o “carimbo” de superestimado. Apesar do momento inesquecível do peruano no Mundial de Clubes, Facincani considera que, ao deixar o Timão de forma polêmica, o centroavante perdeu uma grande oportunidade na carreira.

“Eu acho o Paolo Guerrero superestimado. Ele tem um gol monumental como o grande símbolo da carreira, mas ele poderia ter vencido muito mais com o Corinthians. A forma como ele saiu foi ridícula. Ele chutou o clube por alguns milhões a mais. Não jogou nada no Flamengo e no Internacional.”, opinou.

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