
Casagrande, em podcast no YouTube (Reprodução)
Casagrande vê o Botafogo lidando com uma situação de “esquecimento” por parte de John Textor. Embora a temporada tenha iniciado, o substituto definitivo de Artur Jorge segue como uma total incógnita. Neste cenário, a demora no planejamento pode acabar custando caro, já que os rivais, inclusive o Flamengo, estão se fortalecendo em 2025.
“O Botafogo, neste momento, não está nos planos principais do Textor neste momento. Está jogando todas suas forças para aliviar o Lyon. O Botafogo está em segundo, terceiro ou quarto plano.”, disse Casão, no UOL News Esporte.
“Para um time que foi campeão brasileiro e da Libertadores no ano passado, não ter um treinador é um absurdo.”, acrescentou.
Saídas de peso no Botafogo
Perdendo Luiz Henrique e Almada, o Botafogo vem sentindo o impacto causado pela saída da dupla. Artilheiro da Libertadores de 2023, Júnior Santos, que poderia reassumir o posto de titular absoluto, também deixou o elenco. Diante disso, a falta de reposições à altura acabou sendo reprovada por Casagrande.
“Perder Almada, Luiz Henrique e Júnior Santos, e não repor à altura, é um desleixo de início de ano para o Botafogo.”, opinou.
Casagrande avalia retorno no Botafogo
Acumulando uma passagem positiva em 2023, Cláudio Caçapa busca cumprir outra missão à frente do Botafogo. Oficializado como auxiliar técnico permanente, o profissional tem a missão de manter o Glorioso nos trilhos enquanto o novo treinador não é contratado. Recordando o desempenho no Brasileirão de 2023, Casagrande sinalizou que a saída de Luis Castro foi suprida durante o trabalho em questão.
“O Caçapa se deu bem no ano em que o Botafogo não foi campeão. O melhor momento e que não teve muita influência a saída do Luis Castro foi com o Caçapa. Depois que desandou.”, relembrou.