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Home DESTAQUE Sormani vê dois ex-técnicos de seleção fora da “primeira prateleira” no Brasil

Sormani vê dois ex-técnicos de seleção fora da “primeira prateleira” no Brasil

Jornalista destacou que Mano Menezes e Luxemburgo perderam espaço no mercado nacional

Bruno Romão
Bruno Romão atua, como redator do Torcedores.com, na cobertura esportiva desde 2016. Com enfoque em futebol brasileiro, futebol internacional e mídia esportiva, acumula experiência em eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas. Possui diploma de bacharelado em Jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba.
Luxemburgo, em treino durante passagem no Corinthians (Rodrigo Coca/Agência Corinthians)

Luxemburgo, em treino durante passagem no Corinthians (Rodrigo Coca/Agência Corinthians)

Contratado para recolocar o Corinthians nos trilhos, Mano Menezes teve uma passagem curta no retorno ao clube. Demitido pela diretoria, o treinador segue sem emplacar um novo trabalho de sucesso, algo que fez Fábio Sormani “excluí-lo” da lista de principais treinadores brasileiros em atividade dentro do país.

Além de Mano Menezes, Sormani acredita que Vanderlei Luxemburgo se encontra abaixo de Renato Gaúcho, Felipão, Tite e Diniz. Enquanto isso, Rogério Ceni foi citado como aspirante ao grupo caso tenha êxito nos objetivos à frente do Bahia.

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A passagem de Luxemburgo pelo Corinthians foi marcada por inúmeras polêmicas, principalmente durante as entrevistas coletivas do técnico.

“Renato, Felipão, Tite e Fernando Diniz. O Luxemburgo não está nessa prateleira, e o Mano também não está!”, disse Sormani, em discurso na Placar TV.

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“(Rogério Ceni) está tentando.”, completou.

Sormani justifica procura por gringos no futebol brasileiro

Para o lugar de Mano Menezes, António Oliveira é o favorito para assumir o Corinthians. Sem uma quantidade vasta de opções no mercado nacional, Sormani sinalizou uma queda envolvendo a qualidade dos técnicos brasileiros, motivo pelo qual os estrangeiros seguem ganhando espaço em solo nacional.

“A gente deixou de alavancar a carreira de uma nova geração de treinadores.”, alertou Leandro Quesada.

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“Os caras foram atrás por quê? Por que eles vão atrás de argentinos, uruguaios, portugueses…”, completou Sormani.

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“Um seis anos atrás surgiu, no rastro do Carille, o que a gente achava que seria uma nova geração de técnicos. Zé Ricardo, Jair Ventura, Barbieri, Roger Machado, Alberto Valentim…”, pontuou Flavio Gomes.

“O que aconteceu com esses caras? Nada. Não responderam à altura o que foi obrigado.”, concluiu Sormani.

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