Peixe viu média de gols sofridos por partida cair sob o comando do novo treinador
O Santos se encontra num viés de alta dentro do Brasileirão. A equipe, que atualmente ocupa a 13ª posição da tabela e briga contra o rebaixamento — cinco pontos de diferença e um jogo a mais do 17º colocado—, venceu três de suas últimas quatro partidas, e ganhou um fôlego para o restante da competição.
Boa parte dos “créditos” dessa recuperação do Peixe vai para o sistema defensivo — e para o técnico Fábio Carille, por consequência. Desde que o time foi assumido pelo antigo treinador do Corinthians e e Al-Ittihad, os números da defesa tiveram uma melhora significativa.
Em 12 partidas com Carille, o Santos sofreu 11 gols, em cinco partidas. A média, portanto, de vezes que a zaga foi vazada por jogo, está em 0,9 no período, além de ter ficado 58% das vezes que entrou em campo sem ser vazado.
Os números representam um desenvolvimento em relação aos alcançados antes da chegada do técnico, no Brasileirão, de 25 gols sofridos em 19 jogos, média de 1,31 gols sofridos por partida, e com 42% das partidas sem ter a defesa vazada.
Se o desempenho defensivo do Santos será decisivo para que o time escape de vez da ameaça do rebaixamento, só saberemos daqui algumas partidas. O próximo “teste” será no sábado (13), na partida contra o Atlético-GO, marcado para às 17h, no estádio Antônio Accioly, em Goiânia.
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