O Campeonato Brasileiro começou no último final de semana, e o Flamengo está no topo da lista dos clubes que estão sofrendo por conta da falta de público.
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Na primeira rodada, e com apenas quatro jogos, os clubes mandantes acumularam R$ 374.289 em gastos. Com a soma dos resultados, estão com zero de receita. Sem faturar, o Flamengo teve R$ 183.311,10 de prejuízo. Na partida que foi derrotado pelo Atlético Mineiro, o clube também não teve operações (bares e lojas).
O fim do Brasileirão está previsto para fevereiro de 2021, e se essa média for mantida, o Flamengo poderá acumular uma dívida de R$ 3,5 milhões nos 19 jogos como mandante.
A primeira rodada foi marcada por quatro partidas adiadas, além de três com conflito de datas e uma por conta de contaminação.
O documento com os gastos de Santos e Red Bull Bragantino ainda não foi divulgado. Incompleto, a partida entre Ceará e Sport não mostrou as dívidas com arbitragem e exames antidoping. Edina Alves Batista, árbitra, disse que não houve ressarcimento do clube pernambucano com a equipe de arbitragem.
No Maracanã, houve gastos de R$ 21. 700 com a arbitragem. Já com consumo, R$ 35 mil. A despesa operacional ficou em R$ 55.693, e em torno de R$ 4 mil, os exames de antidoping. Grêmio, Fortaleza e Coritiba tiveram alguns gastos com semelhança, mas com diferença de valores.
Na derrota para o Athletico o Ceará gastou R$ 73.566,32. Só de aluguel com o estádio do Castelão foram R$ 20 mil. Já em Porto Alegre, a vitória do Grêmio sobre o Fluminense ficou avaliada entre R$ 67.380,18.
A dívida do Coritiba ficou no valor de R$ 50.021,41 na derrota para o Internacional. O clube paraense foi o único que separou o valor gasto com testes da Covid-19, R$ 750. Colocaram os dados no setor de “despesas operacionais” e “outros”, o restante dos clubes.
Sem uma vacina, ainda não se sabe quando os torcedores poderão voltar aos estádios. O Flamengo faturaria, em 2020, mais de R$ 100 milhões em receitas com as vendas dos ingressos, além de operações dentro do Maracanã. O clube terá que arcar com os gastos das partidas normalmente.
Créditos: Marcel Rizzo, UOL.
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