De pobre a bilionário: a “virada de mesa” do Manchester City para se tornar um dos clubes valiosos do mundo
Entre os times mais ricos no futebol atual, os Citizens já viveram momentos tensos ao longo da história
O Manchester City foi fundado em 1894 e campeão inglês em 1936-37 e 1967-68, antes da Premier League. Nos tempos mais difíceis de sua história, o clube estava mal das pernas e à beira da falência, mas foi salvo a menos de dois anos.
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Em junho de 2007, o ex-ministro tailandês Thaksin Shinawatra adquiriu 75% do clube. Ele contou com a experiência do técnico sueco Sven-Goran Eriksson, que tinha no elenco os brasileiros Elano e Geovanni, o mexicano Nery Castillo, o suíço Gélson Fernandes, o equatoriano Felipe Caicedo e os búlgaros Martin Petrov e Valeri Bojinov.
No ano seguinte, a empresa Abu Dhabi United Group assumiu o comando do Manchester City. O clube inglês anunciou a contratação de Robinho, que saiu do Real Madrid por 40 milhões de euros (equivalente a R$ 96 milhões na época), sendo até então a maior contratação da Premier League.
Após fracassar nas negociações com Cristiano Ronaldo e Kaká, o City decidiu apostar em Emmanuel Adebayor, Kolo Touré, Pablo Zabaleta, Patrick Vieira, Roque Santa Cruz, Sylvinho e Carlos Tévez, esse último sendo tirado do arquirrival Manchester United. O time ainda dispensou o treinador Mark Hughes e promoveu a chegada de Roberto Mancini.
Depois de um quinto lugar na temporada 2009-2010, terceiro em 2010-2011 e campeão em 2011-2012, resta para o City conquistar a UEFA Champions League. No atual elenco, além do técnico Pep Guardiola, o elenco ostenta nomes como Sérgio Agüero, David Silva, Gabriel Jesus, Fernandinho, Kevin De Bruyne, İlkay Gündogan e Raheem Sterling.
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