Liga Nacional de Handebol Feminino – Expressões das Finais

Reprodução/Facebook Oficial da Confederação Brasileira de Handebol

“Não poderia estar mais feliz e não poderia pedir mais do que terminar o ano de 2016 com esse título da Liga Nacional de Handebol” disse Mayara, jogadora do clube campeão, o Pinheiros. Ela ainda acrescentou “Estávamos todas empolgadas no vestiário, a alegria por fazer história pelo Esporte Clube Pinheiros, em um clube novo, com 5 anos de Handebol Feminino e sendo o segundo ano participando da Liga Nacional é algo de muita alegria”

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Pinheiros foi o Campeão da Liga Nacional de Handebol, mas todos os clubes que chegaram às Finais (Final de Semana que engloba Semifinais e Final) demonstravam dever cumprido através do que suas atletas diziam no pós-jogo. Mayara, do Pinheiros, Maria Paula, da Metodista/São Bernardo do Campo – SP, Daise, do Concórdia – SC e Ketheli, do Blumenau – SC foram as escolhidas pelo autor deste post.

Ketheli, a única das quatro citadas que não pode entrar em quadra, devido a uma cirurgia de reconstrução óssea da cabeça do úmero e dos ligamentos do local, brincava dizendo “Geralmente eu odeio acompanhar de fora, fico muito ansiosa. Porém, eu sabia que não poderia entrar no jogo devido à cirurgia e também sabia o quanto elas treinaram e se abdicaram de muitas coisas para chegar até ali. Eu joguei até a última fase classificatória, jogava com medo de agravar a lesão, como de fato ocorreu, mas fiquei muito orgulhosa da minha equipe.”

Para Maria Paula, o sentimento era de muita emoção por chegar na Final da competição. “Foi uma experiência única, pois nunca estive na final do principal campeonato do país. Mesmo com o vice-campeonato foi bom ver o quanto nosso time permaneceu unido e grato pelo ano de 2016. Agora é esperar 2017 chegar, treinar, manter-me fisicamente bem e continuar aprendendo e evoluindo”.

Da equipe de Concórdia, de Santa Catarina, Daise relatou seus sentimentos: “Havia muita alegria, emoção por estar ali entre as melhores quatro equipes da competição. Lógico que um pouco de tristeza por não ter chego à final, mas acima de tudo, realizada, pois nossa equipe se comporta como uma família, sempre contando uma com a outra”.

Mayara, a mais experiente delas, inclusive tendo jogado pelo time campeão ainda acrescentou: “Cada lugar que passo é um aprendizado tanto como atleta como para a vida pessoal. O dia a dia no Pinheiros me trouxe o sentimento de fazer parte da Família Azul e Preto (como a equipe de Handebol é chamada)”. Mayara estava na Dinamarca, antes de vir ao Pinheiros. Ela jogava pela equipe Nykobing Falster Handbold.