4 esportes em que o Brasil já foi top e hoje é mero coadjuvante

Crédito da foto: Reprodução/TV
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O Brasil vive um momento conturbado em alguns esportes. Enquanto segue dominante no vôlei e no futebol, por exemplo, o país enfrenta uma crise em outras modalidades na qual chegou a ser um dos ‘tops’, mas que se tornou uma espécie de coadjuvante. O Torcedores.com escolheu quatro deles que exemplificam de forma clara isto.

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MMA

Uma das pátrias do que hoje são as artes marciais mistas, o país está passando bem longe das eras em que gente como Anderson Silva, Wanderlei Silva, José Aldo e outros dominavam o esporte. No UFC, são repetidas quedas e apenas dois títulos (José Aldo de forma interina nos penas e Amanda Nunes, campeã feminina dos galos) para os lutadores brasileiros, que ainda não encontraram um novo ídolo para responder a ‘era McGregor’.

Fora do Ultimate, nomes como Patrício Freire, Marlon Moraes e Rafael Carvalho se destacam e podem ser o futuro brasileiro do MMA, que busca um nome para manter o Brasil no topo dos octógonos e ringues mundo afora.

Fórmula 1

São 25 anos sem títulos da principal categoria mundial de monopostos para pilotos brasileiros. De lá para cá, poucos destaques (Felipe Massa e Rubens Barrichello) e muitos fracassos. E uma condição que, atualmente deica o país bem longe de disputar vitórias com os principais nomes do esporte. Massa vem conseguindo alguns resultados com a Williams, mas deixará a F1 ao final da temporada. Já Felipe Nasr ainda não se encontrou na Sauber e um novo piloto brasileiro na categoria pode não aparecer tão cedo.

Basquete

Em questão de nomes, o Brasil tem jogadores(as) que atuam em equipes de ponta e que poderiam trazer maiores alegrias nas quadras. No entanto, crises, problemas técnicos e uma série de campanhas abaixo do esperado colocaram o país longe dos primeiros postos tanto no masculino como no feminino. Os Jogos Olímpicos do Rio 2016 foram exemplo disto, com as duas equipes ficando de fora das fases decisivas da competição.

Natação

Foram diversas medalhas e conquistas importantes nas últimas décadas com um país movido por Gustavo Borges, Fernando Scherer, César Cielo e cia. Ainda não é um esporte em que se pode dizer que os brasileiros ficaram para trás, mas as Olimpíadas de 2016 acabaram sem medalhas para os nadadores brazucas. Os próximos anos até os Jogos de Tóquio 2020 podem definir se a natação poderá entrar definitivamente na lista dos esportes em que o Brasil virou coadjuvante de vez, mas de momento, o cenário pós Rio-2016 pode preocupar.

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