5 coisas que você precisa saber sobre como o Palmeiras age no mercado da bola

Foto: César Greco/Ag.Palmeiras

Desde 2015, quando fez 25 contratações, o Palmeiras virou o “Rei” do mercado da bola no Brasil. E para 2016, o Alviverde largou na frente dos rivais mais uma vez, e já anunciou oito reforços para a temporada, entre eles nomes como Edu Dracena, Jean e Erik. Mas se os palmeirenses comemoram, os rivais reclamam e lamentam.

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Muitos dirigentes de outros clubes, sem saber como o Palmeiras consegue contratar tanto e tão bem, “reprovam” a atitude de Paulo Nobre e Alexandre Mattos. Motivo? Sempre que vão atrás de algum jogador, ouvem que o mesmo já está em contato com o Alviverde, e por isso, sabem que vão perder a disputa.

Mas o que explica esse fenômeno palmeirense? Você já parou para analisar como o Palmeiras age no mercado da bola para fazer suas contratações? Nós listamos algumas coisas que você precisa saber sobre isso; confira!

  1. Apesar de saber que os repórteres tem quase que uma obrigação de fazer perguntas sobre reforços, ninguém da diretoria – seja Nobre, Mattos ou Cícero Souza, falam sobre contratações. O Palmeiras age em silêncio, sem alimentar as esperanças do torcedor. Sobre reforços no Palmeiras só falam quando está com o contrato assinado.
  2. Pode não parecer, mas quando está interessado em algum atleta, o Alviverde consulta primeiro  clube do jogador, para saber se existe o interesse em negocia-lo ou não, e só depois procuram o jogador e seu empresário para conversar. Quem admitiu isso foi o próprio presidente palmeirense, em entrevista à Rádio Jovem Pan.
  3. Se você ainda não havia percebido isso, é porque realmente nunca parou para analisar as contratações do Palmeiras. A maioria dos jogadores contratados pelo clube não possuem mais de 25 anos. Exemplos de Vitor Hugo (24), Erik (22), Dudu (24), Allione (21), Régis (23), Gabriel (23) e Rodrigo (21).
  4. Outro ponto importante sobre como o Palmeiras traça o perfil de seus reforços: jogadores sem contrato. Foi assim com Zé Roberto, Gabriel, Lucas, Rodrigo e Roger Carvalho, por exemplo.
  5. Agilidade! Essa é uma palavra que nem combinava com o Verdão há alguns anos atrás, mas hoje, Alexandre Mattos chega a negociar e contratar um jogador com apenas três horas de conversa – como aconteceu com Dudu, em 2015. Quando o diretoria percebe que alguma das partes evolvidas, seja jogador, empresário ou o outro clube, estão de alguma maneira ” enrolando”, logo encerram as conversas.

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