Atlético-MG

Nome:

Clube Atlético Mineiro

Alcunha:

Galo, Galão da Massa, Galo Doido

Torcedor/Adepto:

Atleticano

Mascote:

Galo

Fundação:

25/03/1908

Estádio:

Independência (não é próprio)

Capacidade: 23 mil

Localização: Rua Pitangui, 3388, Horto, Belo Horizonte-MG

Presidente:

Daniel Nepomuceno

Treinador:

Roger Machado

Patrocinador:

Caixa, MRV, Vilma, Supermercados BH, Brahma, Gatorade

Material Esportivo:

Topper

Website:

História do Clube:

Fundado por um grupo de estudantes como Athlético Mineiro Football Club, o Galo surgiu para democratizar o futebol em Minas Gerais. O primeiro clube mineiro, o Sport Club Foot-Ball, só aceitava membros da classe rica. O Atlético-MG foi fundado também por funcionários públicos, um tipógrafo, três ourives e um viajante.
Nos anos 1910 e 1920, a maior rivalidade do Atlético-MG era com o América, já que o Cruzeiro só surgiu em 1921, como Palestra Itália. O Coelho dominou boa parte daquele período, conquistando um inacreditável decacampeonato entre 1916 e 1925, mas o Galo já demonstrava força em campo. Com a decadência do Coelho, o Atlético passou a rivalizar com o Cruzeiro.
O Atlético, que furou a sequência do América em 1926, ganhou apenas um título antes da fundação do Cruzeiro. Por isso, é fruto de total mérito do Galo a vantagem de sete títulos estaduais sobre a Raposa. São 43 a 36 até 2015.
Um dos grandes momentos do Galo veio com o hexacampeonato mineiro entre 1978 e 1983. O título do Brasileirão de 1971 foi o auge de um time comandado pelo técnico Telê Santana e liderado por Dadá Maravilha. Embora tenha passado por épocas difíceis de títulos e até um rebaixamento para a Série B, em 2005, o Galo tem uma das torcidas mais apaixonadas do Brasil. Capaz de gritar e cantar pelo clube imediatamente após o fim do jogo que selou a queda para a segunda divisão.
Após uma reconstrução promovida pelo presidente Alexandre Kalil, o Galo voltou a figurar entre os vencedores do futebol brasileiro. Em 2013, conquistou de forma emocionante a Libertadores pela primeira vez. No ano seguinte, a emoção voltou a entrar em campo nos títulos da Recopa Sul-Americana e da Copa do Brasil. O apelido Galo Doido definitivamente não é por acaso.

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